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Esporte #NBA #Knicks #basquete #Jalen Brunson #Copa do Mundo

Knicks são campeões da NBA após 53 anos e superstição anima torcedor brasileiro

Os New York Knicks venceram o San Antonio Spurs nas Finais da NBA 2026 e encerraram uma seca histórica de 53 anos sem título. Para os brasileiros que acompanham o esporte nos EUA, o feito tem um sabor extra: uma curiosa coincidência histórica liga os títulos dos Knicks às conquistas da Seleção na Copa do Mundo.

Redação Brazuca News 14 de June de 2026, 13:34 2 visualizações
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Knicks são campeões da NBA após 53 anos e superstição anima torcedor brasileiro
Foto: Jose Ricardo Barraza Morachis / Pexels License

Na noite deste sábado (13/06), o Madison Square Garden — mesmo estando a centenas de quilômetros de distância, em San Antonio — tremeu do lado de fora. Os New York Knicks venceram o San Antonio Spurs por 94 a 90 no Jogo 5 das Finais da NBA 2026, encerrando o maior jejum de título entre as franquias campeãs da liga: 53 anos sem levantar o troféu Larry O'Brien, desde 1973.

Para os brasileiros espalhados pelos Estados Unidos — e há muitos em Nova York —, a festa foi dupla. Além do espetáculo em quadra, uma velha superstição voltou a circular com força total nas redes e nas rodas de conversa: toda vez que os Knicks chegam às Finais da NBA em ano de Copa do Mundo, o Brasil conquista o título mundial.

A superstição que atravessa décadas

A coincidência é pequena em número, mas impressionante em contexto. Em 1970, os Knicks conquistaram seu primeiro campeonato da NBA — e naquele mesmo ano, o Brasil de Pelé levantou a taça no México, conquistando o tricampeonato. Em 1994, Nova York voltou às Finais (desta vez perdendo para o Houston Rockets), mas foi exatamente naquele verão que a Seleção Brasileira ganhou o tetracampeonato nos próprios Estados Unidos, numa Copa histórica. Agora, em 2026, o ciclo se repete: Knicks campeões, Copa do Mundo nos EUA, México e Canadá, e o Brasil na busca pelo hexacampeonato sob o comando do técnico Carlo Ancelotti.

Como bem resumiram portais esportivos brasileiros como Lance! e Revista Oeste, não existe nenhuma relação real entre os dois eventos — mas, em esportes, superstição é parte do folclore. E desta vez, o sinal chegou completo: os Knicks não só foram às Finais, como venceram.

Uma série para a história

A campanha dos Knicks nas Finais de 2026 foi marcada por reviravoltas dignas de roteiro de cinema. No Jogo 1, Nova York roubou a vantagem de campo em San Antonio ao vencer por 105 a 95. O Jogo 2 foi decidido no último lance, com triunfo por 105 a 104. Os Spurs reagiram no Jogo 3, vencendo em Nova York por 115 a 111.

Mas foi o Jogo 4 que entrou para os livros de recordes. Os Knicks chegaram a estar perdendo por 29 pontos no intervalo — e ainda assim viraram o placar, vencendo por 107 a 106 com uma enterrada no último segundo de OG Anunoby, num lance que também incluiu um bloqueio decisivo do próprio Anunoby para impedir a cesta do Spurs. Foi a maior virada da história das Finais da NBA. Com a série em 3 a 1, os Knicks fecharam o campeonato no Jogo 5, em San Antonio, com placar de 94 a 90.

Brunson, o herói de Nova York

O armador Jalen Brunson foi eleito o MVP das Finais de forma unânime — todos os 11 eleitores votaram nele. No Jogo 5, ele anotou 45 pontos, incluindo 15 nos últimos 7 minutos e 43 segundos da partida, quando o jogo estava em aberto. Na série inteira, Brunson médio 32,6 pontos, 4,6 assistências e 4,2 rebotes por jogo.

Ao lado dele, o pivô Karl-Anthony Towns foi peça fundamental, com médias de 13 pontos e 10,6 rebotes nas Finais, além de uma defesa crucial no Jogo 4. Do lado dos Spurs, Victor Wembanyama, de apenas 22 anos, fez uma série impressionante — 26 pontos, 11,2 rebotes e mais de 3 bloqueios por jogo —, mas a jovem estrela francesa não conseguiu evitar a derrota.

Nova York explodiu

As ruas de Nova York foram tomadas por torcedores dos Knicks assim que o apito final soou. O prefeito da cidade organizou telões públicos em pontos como o Madison Square Garden e o Radio City Music Hall para a festa coletiva. Foram mais de 53 anos de espera, e nada foi contido. Para a comunidade brasileira — numerosa e apaixonada por esportes —, foi mais um motivo para a festa que já tomava conta das ruas com a Copa do Mundo em andamento.

Se a superstição vai se confirmar em campo, só o tempo dirá. Mas por enquanto, os brasileiros nos EUA têm dois times para torcer: a Seleção Canarinha e, com carinho renovado, os campeões de Nova York.

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